Diagnóstico de autismo não se resume a testes de internet
O diagnóstico de autismo não pode ser reduzido a testes de internet, listas de sinais ou vídeos de poucos segundos. Diagnóstico é uma ferramenta importante para garantir acompanhamento, direitos e acesso ao cuidado. Mas existe uma pergunta que quase nunca aparece nas conversas:
O que acontece depois do diagnóstico?
Quem acolhe essa família, orienta essa mãe? Quem ajuda a enfrentar as filas, a burocracia, a sobrecarga emocional e financeira que tantas famílias vivem diariamente?
Ao longo da minha caminhada, especialmente nas rodas de conversa com mães atípicas, tenho ouvido histórias de mulheres que carregam muito mais do que deveriam carregar sozinhas.
Por isso, quando falamos sobre autismo, precisamos ampliar a discussão. Falar sobre inclusão nas escolas, acesso a terapias, políticas públicas e sobre a saúde mental de quem está com essa sobrecarga. Nenhum familiar deveria enfrentar essa jornada sozinho.
Além disso, toda iniciativa que ajuda a ampliar a informação e a conscientização sobre o autismo faz diferença. Por isso, vale conhecer a cartilha Autismo Consciente, criada pelo deputado @cristianosilveiramg, um material que contribui para esse debate tão necessário. Vem conferir o vídeo que discutimos sobre o assunto. Clique aqui!
Quem cuida também precisa ser cuidado 💜